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Município da Batalha promove novembro a Mês do Cinema
O Município da Batalha promove novembro a Mês do Cinema e exibe quatro filmes de diferentes categorias, uma forma de celebrar o Dia Mundial do Cinema, que se assinala a 5 de novembro. A iniciativa pretende valorizar o cinema português e europeu, e desenvolver hábitos de participação cultural através da realização de sessões dirigidas às famílias, crianças, jovens e público adulto.
«Consideramos pertinente associar a comemoração do Dia Mundial do Cinema à dinamização de uma programação alargada ao longo do mês de novembro, contribuindo para reforçar a oferta cultural municipal e incentivar a utilização regular do nosso Auditório Municipal como sala cinematográfica», explica Inês Sousa, chefe de Divisão de Cultura e Turismo do Município da Batalha.
Os quatro filmes que serão exibidos já foram eleitos, após uma votação democrática do público através das redes sociais do Município da Batalha. A primeira película pertence à categoria de Cinema Português. “Santo António – O Casamenteiro de Lisboa” foi o filme mais votado e é transmitido esta sexta-feira, dia 6 de novembro, às 21h00.
O domingo, dia 15 de novembro, é dedicado aos mais novos, com a exibição do filme de animação “Patrulha Pata: o Filme dos Dinossauros”, às 11h00. “A Comédia Francesa” é o título da fita que passa no dia 20 de novembro, às 21h00, que integra a área de Cinema Europeu e de Autor.
O filme de Ação e Aventura “Como Roubar um Banco” é exibido na sexta-feira, dia 27, às 21h00, e encerra a iniciativa do Mês do Cinema.
Os bilhetes para as sessões têm o custo unitário de 4,50 euros para maiores de 12 anos, e o custo de 2,50 euros para crianças entre os 3 e os 12 anos. Os ingressos podem ser adquiridos online, através da plataforma: http://cm-batalha-bilheteira.admira.b6.pt ou presencialmente no dia da sessão, uma hora antes do início.
«O cinema constitui um importante instrumento de expressão artística, transmissão de conhecimento, valorização da memória coletiva e reflexão sobre a sociedade, permitindo aproximar diferentes gerações através de histórias, linguagens e perspetivas culturais distintas», conclui Inês Sousa.